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sábado, 30 de janeiro de 2016

Diário de Busca.


Diário de Busca foi concebido de forma nada tradicional. Não o escrevemos porque tínhamos em mente escrevê-lo. Tudo aconteceu por acaso, uma situação levou a outra, Nada foi programado.
Minha paixão pela escrita nasceu em uma madrugada, no verão de 2013, quando não conseguindo dormir, resolvi escrever. Para minha surpresa em menos de três horas já havia escrito mais de vinte páginas do que viria a ser meu primeiro livro.
Nos oito meses seguintes chegava em casa e mergulhava na escrita. A princípio não passava de um hobby, mas com o tempo fui gostando cada vez mais do que colocava no papel. Quando me dei conta estava totalmente entregue a tudo aquilo. Como não tinha um parâmetro para saber se aquela viagem poderia ou não vir a ser um livro, procurei a pessoa que achei que poderia dar uma opinião sensata e honesta, minha irmã que é leitora assídua. Fui à casa dela no sábado à tarde depois do trabalho, como costumo fazer quase todos os fins de semana, tomamos um bom café e eu lhe mostrei o manuscrito.
Na hora ela não se interessou, colocou-o na estante da sala e disse-me que iria dar uma olhada mais tarde. No dia seguinte, Domingo, às 10 horas da manhâ o telefone toca, era a Wolnéia. Perguntei já de primeira se ela tinha lido um pouco do manuscrito e para minha surpresa ela disse que passara a noite lendo e que havia lido tudo.
Eu fiquei perplexo, ler cento e noventa páginas em apenas uma noite. Ela me disse que a história era ótima, que precisava de ajustes, mas que eu deveria pensar na hipótese de publicá-la. Eu pedi a ela que fizesse as adequações necessárias e depois daquele dia quem viciou na escrita foi ela.
Minha irmã ficou com o manuscrito por mais uns oito meses. Trabalhávamos a semana toda e nos sábados nos encontrávamos para falar sobre os personagens e a história. A cumplicidade e sintonia de ideias eram incríveis, conseguíamos nos completar na escrita; parecia mágica.
Durante essa caminhada os sábados não eram mais suficientes e passamos a nos comunicar por e-mail e telefone, trocando informações. O prazer pela escrita foi crescendo e hoje somos completamente apaixonados pelo assunto. Acho que viramos escritores.
 Quando estamos na frente de um computador as ideias surgem como por encanto.
Depois de mais de um ano e meio trabalhando no Diário de Busca, resolvemos que a obra estava pronta e que era hora de procurar uma editora. A primeira nos informou que não estavam avaliando obras naquele momento. Mas ao mandar para a segunda tivemos uma grata surpresa, uma semana depois nos chegava um e-mail informando que nosso livro havia sido aprovado para publicação. 

Se eu disser que Diário de Busca foi um trabalho árduo e cansativo estarei mentindo.  Foi sim gratificante e significativo, me trouxe um prazer a mais na vida. Hoje me sinto realizado. Ter uma obra aceita por uma editora tão expressiva é fundamental para um principiante da escrita.

Acho que perseverança foi imprescindível nessa caminhada. Estamos muito Felizes com o resultado, agradecemos à Chiado Editora e adoramos Diário de Busca.

                                                          Wânio Souza.







                                                  

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Falando da Chiado Editora

                              

Depois de longos meses de trabalho misturado à satisfação, vimos e sentimos que estava na hora. Finalmente Diário de Busca saíra do casulo e transformara-se em uma linda “borboleta”, agora só faltava alçar voo e nesse ponto, para nossa felicidade, entrou a Chiado Editora.                         
Uma casa visionária, de mentes brilhantes. Desde os primeiros e-mails sentimo-nos muito bem recepcionados e acolhidos, sim, porque isso é fundamental para quem está começando. Quando se é novato em um ramo, você tem muitas dúvidas e receios, precisa de alguém em que possa confiar alguém que lhe ajude na caminhada, e a Chiado foi fundamental nesse sentido.
                   Essa conceituada Editora não o deixa esperando, ou angustiado, ela respeita seus anseios e lhe dá respostas coerentes e assertivas para que você tenha sucesso com sua obra. Possui um quadro de pessoal de alta qualidade que ouve suas ideias e deixa que sua imaginação tome forma.
                   Desta Maneira o escritor não se prende a receios ou regras na confecção de sua obra e a continuidade do processo agradece. Nota-se de início que o respeito é premissa básica nas relações dessa empresa.  Para a Chiado não há dificuldades, tudo se resolve de forma prática e simples, sua equipe nos possibilitou a transformar sonho em realidade.  Ter uma obra aceita por uma editora tão expressiva é imprescindível para o crescimento do principiante de escrita.
                 Hoje nos orgulhamos do que fizemos e deixamos aqui nosso registro de agradecimento por não estarmos sozinhos, por termos a Chiado caminhando conosco, acreditando em nosso trabalho, e isso, não há como mensurar.

Com carinho!    W-SOUZA


sábado, 23 de janeiro de 2016

Diário de Busca por Wolnéia Souza



Não pense você que Diário de Busca é um livro onde o mocinho é lindo e destemido, ou que ele se casa com a linda jovem no final. Não, não; nada disso. Nosso “mocinho”, se é que posso defini-lo assim, é impaciente e um pouco distraído, e precisou ter muita força de vontade e fé em si para conseguir seu lugar ao sol, mas não se preocupe, ele é perseverante isso eu garanto.

Dos personagens dessa surpreendente trama, aposto que você irá se apaixonar por Guértrude e por sua incomparável dedicação, ou talvez caia de amores por Ana Paula com sua esperteza. Bom, não sei; são tantos personagens e cada qual com características tão distintas, uns fazendo confusões outros tentando manter o equilíbrio nas situações mais adversas que fica difícil dizer. 
                  O que sei é que você vai se fascinar ao conhece-los. Eu sempre gostei de português, desde pequena, ler e escrever são paixões, mas jamais imaginei que um dia escreveria um livro, e isso me veio de presente. As coisas foram acontecendo e quando me dei por conta já estava hipnotizada na criação das páginas.
                       Diário de Busca nasceu de maneira despretensiosa, apenas embalado pela paixão nas palavras, porém aos poucos foi ganhando corpo e de repente já era um livro, e um lindo presente em minha vida. Os personagens, a trama, tudo se encaixa perfeitamente. Tenho orgulho de ter conseguido chegar até o fim. E agora posso lhes recomendar, sem medo de errar, que leiam Diário de Busca, uma inusitada história que com certeza vai arrebatá-los do começo ao fim.                                                


Boa Leitura.



segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

JORNADA

 Meu irmão gosta de brincar com estas palavras: um homem deve plantar uma árvore, fazer um filho e escrever um livro. Muitos indivíduos querem deixar sua marca na Terra, e alguns se perdem no labirinto da vida trilhando atalhos pouco confiáveis na ânsia por resultados. O importante não é o que você faz, mas como, e porque o faz

                 Definitivamente os fins justificam os meios. Sua trajetória fala por você, cada pedacinho dela. Fazer um filho, cocá-lo no mundo, até aí, fácil, fácil, mas quando se trata de construir seu caráter, aí o bicho pega.


                 Plantar uma árvore se resume em abrir a terra, colocar a muda, regá-la e pronto, até aí nada demais; porém é preciso consciência e preocupação com as novas gerações para tal ato.
                  
                 E por último escrever um livro, nessa parte você une as experiências vividas com perseverança e persistência, sem esquecer da paixão, mas muita paixão; caso contrário, nada feito.

                 O que quero dizer é que meu irmão está corretíssimo em relembrar incansavelmente essa citação, ela engloba sentimentos que alimentam a vida: humanidade, consciência, perseverança, amor e tantos outros. E por estes dias me dei conta do que eu fiz em meu caminho. Claro, porque você está sempre tão atarefada com responsabilidades que nem percebe a passagem do tempo, principalmente quando é a única responsável por manter e educar três filhos; e, puff !! Lá se foi metade da vida.

                  Sabemos que certo e errado seguem numa linha tênue, e eu, como todo mortal, dentre derrapadas, acertos e arranhões; aqui estou, sã e salva, e feliz com o resultado. Diário de Busca me fez parar para analisar a segunda etapa da jornada, sim porque o refletir faz a diferença, sem sombra de dúvidas a idade é um prêmio, quando se entende porque e para que ela chega.

                  As sementes pelo caminho, só para lembrar, são a tão sonhada marca na Terra. Diário de Busca não é simplesmente um livro, para mim foi um divisor de águas, por sua causa tive que superar mais limites pessoais e profissionais e descobrir que muito ainda posso fazer no desenrolar de minha jornada. Ele me trouxe paixões que eu até sabia que existiam, mas não tinha noção de que eram tão fortes. Minha vida está mais completa. Obrigada Wânio.


Abraço,